BARRA DA TIJUCA:

Emancipacionistas se organizam para tornar a Região em Município

As falsas promessas políticas da administração pública da cidade do Rio de Janeiro, voltou a se tornar uma constante nas mídias. Ressurge com anúncios de novos projetos para a Barra da Tijuca. Dirigentes do Movimento de Emancipação da Região, alertam para as renovadas promessas, que visam tão somente desviar o foco da Emancipação. Em 2016 no legado Olímpico o então prefeito Eduardo Paes enumerou uma série de projetos para a Região, o que não aconteceu. "Os esqueletos de construções e os espaços públicos ocupados por invasões, estão expostos em vários pontos da região” – destaca o Movimento.

O Movimento em seu múnus, permanece vigilante, e vem divulgando inúmeras denúncias. O prefeito Eduardo Paes saiu da "zona de conforto", o que o faz alerta, e volte a se manifestar com novas promessas para a Região, que concentra uma população de 480 mil moradores, em sua esmagadora clamando por sua Emancipação. De acordo com os organizadores no mês de julho será lançada, a segunda parte da Campanha com informações, voltadas para o objetivo de realizar o Plebiscito no início de 2026.

A informação consta do último comunicado oficial da diretoria da Associação dos Emancipacionistas da Região da Barra da Tijuca - AEBAT, presidida pelo jornalista Roberto Monteiro Pinho. No documento está a área a ser emancipada, no complexo com sete distritos: Itanhangá, Jardim Oceânico, Camorim, Vargem Pequena, Vargem Grande, Recreio dos Bandeirantes e Grumari, num total de 460 mil moradores e 258 mil eleitores. 

De acordo com a AEBAT, as prioridades reúnem entre outras urgências, a Segurança, Saúde, Educação, Mobilidade Urbana, Meio Ambiente, Entretenimento, Emprego e Turismo.

A linha do Metrô previa a construção até o Recreio

De acordo com estudo da AEBAT, a nova cidade da Barra, terá capacidade de gerar seus próprios recursos, garantindo melhor qualidade de vida e desenvolvimento social. Estima-se que o PIB regional, cresça 200%, é gere um hiper Polo de negócios a nível nacional e internacional, atraindo centenas de empreendimentos nas áreas: financeira e de eventos. Segundo o Monteiro a Região está estagnada há 30 anos, e só desenvolveu o setor urbanístico com a formação de Condomínios, shoppings e vários ramos de Comércio, sem ordenamento.

O fenômeno trouxe o boom imobiliário dos anos “70 e 80”, quando os moradores vizinhos, atraídos pela paisagem, o clima ameno e extensa Praia, despertaram e migraram para a Barra.

Em 2016 o legado Olímpico, previu a construção da linha do Metrô, até o Jardim Oceânico. – Recreio dos Bandeirantes. O projeto tinha verba suficiente para aer concluido, conforme seu original. Emobra com a previsão de verba, todo dinheiro sumiu, e até hoje a população não sabe onde foi parar. 

No projeto original do arquiteto Lúcio Costa, a principal obra -  a Avenida das Américas, foi planejada para ter passagens por baixo da pista. No entanto excluíram da obra, e a mobilidade urbana se tornou caótica, e hoje os motoristas enfrentam quilômetros de engarrafamento.

Pesquisa realizada pela AEBAT, revela que o caos urbano é o principal entrave, que perdura a três décadas - concluiu o dirigente.

Hoje o caos urbano é o principal entrave, que perdura a três décadas - concluiu o dirigente.

Núcleo de Conteúdo ANIBRPress/Imagem: Internet.

movimentobarralivre@yahoo.com.br

 

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